segunda-feira, 25 de maio de 2009

Receita para um casal nunca discutir...

Um casal foi entrevistado num programa de televisão porque estavam casados há 50 anos e nunca tinham discutido.
O repórter, curioso, pergunta ao homem:
- Mas vocês nunca discutiram mesmo?
- Não.
- Como é possível isso acontecer?
- Bem, quando nos casamos, a minha esposa tinha uma gatinha de estimação que amava muito. Era a criatura que ela mais amava na vida. No dia do nosso casamento, fomos para a lua-de-mel e minha esposa fez questão de levar a gatinha. Andamos, passeamos, divertimo-nos e a gatinha sempre connosco, mas um certo dia a gatinha arranhou a minha esposa. Ela olhou bem para a gatinha e disse:
- Um.
Algum tempo depois a danada da gatinha arranhou-a novamente.
A minha esposa olhou para a gatinha e disse:
- Dois.
Na terceira vez que a gatinha a arranhou, minha esposa sacou duma espingarda e deu cinco tiros na bichinha.
Eu fiquei apavorado e disse:
- Sua bruta, porque fizeste uma coisa destas, mulher?
A minha esposa olhou para mim e disse:
- Um.
Depois disso, nunca mais discutimos.

domingo, 24 de maio de 2009

E então a zanga começou...

A minha mulher sentou-se no sofá junto a mim enquanto eu passava pelos canais.
Ela perguntou, "O que tem na televisão?"
Eu disse, "Pó."

E então a zanga começou...



Quando cheguei a casa ontem à noite, a minha mulher exigiu que a levasse a algum lugar caro.
Então eu levei-a ao posto de gasolina.

E então a zanga começou...



A minha mulher e eu estávamos sentados numa mesa na reunião do liceu, e eu fiquei a olhar para uma moça bêbada que balançava seu drinque enquanto estava sozinha numa mesa próxima.
A minha mulher perguntou, "Conhece-la?"
"Sim," disse eu, "Ela é minha antiga namorada... Eu sei que ela começou a beber logo depois de nos separarmos há tantos anos e pelo que sei ela nunca mais ficou sóbria."
"Meu Deus!", disse a minha mulher, "quem pensaria que alguém pudesse ficar celebrando durante tanto tempo?"

E então a zanga começou...



Depois de me reformar, fui até à Segurança Social para poder receber a reforma.
A mulher que me atendeu solicitou o meu bilhete de identidade para verificar a idade.
Procurei nos bolsos e percebi que o tinha deixado em casa.
A funcionária disse que lamentava, mas teria que o ir buscar a casa e  voltar depois. E disse-me, "Desabotoe a camisa."
Então, desabotoei-a deixando expostos os meus cabelos crespos prateados. Ela disse, "Este cabelo prateado no seu peito é prova suficiente para mim," e processou a minha reforma.
Quando cheguei a casa, contei entusiasmado o que ocorrera à minha mulher. E ela disse: "Por que não baixaste as calças? Poderias ter conseguido invalidez permanente também..."

E então a zanga começou...



A mulher está nua, olhando no espelho do quarto. Não está feliz com o que vê e diz para o marido, "Sinto-me horrível; pareço velha, gorda e feia. Realmente preciso de um elogio teu."
O marido retruca, "A tua visão está perto da perfeição."

E então a zanga começou...



Levei a minha mulher ao restaurante. O empregado anotou o meu pedido primeiro. 
"Quero picanha mal-passada, por favor." 
O empregado interroga, "O Senhor não está preocupado com a vaca louca?"
"Não, ela mesma pode fazer o seu pedido." - respondi.

E então a zanga começou...



O marido volta do Médico e a mulher, toda preocupada, pergunta-lhe: "E então, o que disse o Médico?".
De pronto, ele respondeu: "A partir de hoje, não faremos mais amor, estou  proibido de comer coisas gordas."

E então a zanga começou...

sábado, 23 de maio de 2009

100€ são 100€!

Um casal de idosos alentejanos, Manel e Maria, ia todos os anos a um espectáculo aéreo no aniversário de Manel. No 85.º aniversário de Manel, este vira-se para a mulher e diz:
- Maria, tenho 85 anos, quero andar de helicóptero, pode ser a   última oportunidade que tenho!
- Mas Manel, andar de helicóptero custa 100 euros, isso é muito dinheiro! A nossa pensão é muito pequena!

O piloto não conseguiu evitar ouvir a conversa e fez-lhes uma proposta:
- Oiçam, fazemos um acordo. Eu ofereço-vos uma viagem, desde que não façam um pio durante a mesma! Qualquer palavra ou grito que dêem e o acordo acaba.

O Manel e a Maria aceitaram e lá foram eles. O Piloto subiu, desceu, virou o helicóptero ao contrário, zig zags, muitas manobras que fariam qualquer um gritar, mas nenhum deles abriu a boca!
Ao voltar para terra, o piloto mostrou-se muito admirado.

Piloto: Fabuloso, fiz manobras que fariam qualquer piloto da força aérea berrar, mas de vocês não ouvi nada!
Parabéns! Prometido é cumprido, não cobro nada pela viagem!

Manel: Eu estive para dizer qq coisa quando a Maria caiu do helicóptero, mas 100 euros são 100 euros!

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Para pais e filhos refletirem!

A todos os pais, adolescentes e demais pessoas. 
Para ler, divulgar e pensar muito bem no assunto - Vale a pena ler...

Após deixar os livros no sofá ela decidiu lanchar e entrar online.
Assim, ligou-se com o seu nome de código (nick): Docinho14.
Procurou na sua lista de amigos e viu que Meteoro123 estava ligado.
Enviou-lhe uma mensagem instantânea:
Doçinho14: Oix. Que sorte estares aí! Pensei que alguém me seguia na rua hoje. Foi mesmo esquisito!  
Meteoro123: LOL. Vês muita TV. Por que razão alguém te seguiria? Não moras num local seguro da cidade?
Docinho14; Com certeza. LOL. Acho que imaginei isso porque não vi ninguém quando me virei.
Meteoro123: A menos que tenhas dado o teu nome online. Não fizeste isso, pois não?
Docinho14: Claro que não. Não sou idiota, já sabes.
Meteoro123: Jogaste vólei depois das aulas, hoje?
Docinho14: Sim e ganhamos!
Meteoro123: Óptimo! Contra quem?
Docinho14: Contra as Vespas do Colégio da Sagrada Família. LOL. Os uniformes delas são um nojo! Pareciam abelhas. LOL  
Meteoro123: Como se chama a tua equipa?
Docinho14: Somos os Gatos de Botas. Temos garras de tigres nos uniformes. São impecáveis.
Meteoro123: Jogas ao ataque?
Docinho14: Não, jogo à defesa. Olha: tenho que ir. Tenho que fazer os TPC antes que cheguem os meus pais. Xau!
Meteoro123: Falamos mais tarde. Xau.
Entretanto, Meteoro123 foi à lista de contactos e começou a pesquisar sobre o Perfil dela. Quando apareceu, copiou-o e imprimiu-o. Pegou na caneta e anotou o que sabia de Docinho até agora.
Seu nome: Susana. Aniversário: 3 de Janeiro de 1993. Idade: 13. Cidade onde vive: Porto.
Passatempos: vólei, inglês, natação e passear pelas lojas.
Além desta informação sabia que vivia no centro da cidade porque lho tinha contado recentemente.
Sabia que estava sozinha até às 18.30, todas as tardes, até que os pais voltassem do trabalho.
Sabia que jogava vólei às quintas-feiras de tarde com a equipa do colégio, os Gatos de Botas. O seu número favorito, o 4, estava estampado na sua camisola.    
Sabia que estava no oitavo ano no colégio da Imaculada Conceição.
Ela tinha contado tudo em conversas online.
Agora tinha informação suficiente para encontrá-la. Susana não contou aos pais sobre o incidente ao voltar do parque. Não queria que ralhassem com ela e a impedissem de voltar dos jogos de vólei a pé.
Os pais sempre exageram e os seus eram os piores. Ela teria gostado não ser filha única. Talvez se tivesse irmãos, os seus pais não tivessem sido tão super protectores.
Na quinta-feira, Susana já se tinha esquecido que alguém a seguira.
O seu jogo decorria quando, de repente, sentiu que alguém a observava. Então lembrou-se. Olhou e viu um homem que a observava de perto. Estava inclinado contra a cerca na arquibancada e sorriu quando o viu. Não parecia alguém de quem temer e rapidamente desapareceu o medo que sentira.
Depois do jogo, ele sentou-se num dos bancos enquanto ela falava com o treinador. Ela apercebeu-se do seu sorriso mais uma vez quando passou ao lado. Ele acenou com a cabeça e ela devolveu-lhe o sorriso. Ele confirmou o seu nome nas costas da camisola. Sabia que a tinha encontrado.
Silenciosamente, caminhou a uma certa distância atrás dela. Eram só uns quarteirões até casa dela. Quando viu onde morava voltou ao parque e entrou no carro. Agora tinha que esperar. Decidiu comer algo até que chegou a hora de ir a casa da menina. Foi a um café e sentou-se.
Mais tarde, essa noite, Susana ouviu vozes na sala."Susana, vem cá!", chamou o seu pai. Parecia perturbado e ela não imaginava porquê.
Entrou na sala e viu o homem do parque no sofá. "Senta-te aí", disse-lhe o pai, "este senhor acaba de nos contar uma história muito interessante sobre ti". Susana sentou-se. Como poderia ele contar-lhes qualquer coisa? Nunca o tinha visto senão nesse mesmo dia!
"Sabes quem sou eu?" - perguntou o homem.
"Não" - respondeu Susana.
"Sou polícia e teu amigo do Messenger - Meteoro123".
Susana ficou pasmada.    
"É impossível! Meteoro123 é um rapaz da minha idade! Tem 14 e mora em Braga!".
O homem sorriu. 
"Sei que te disse tudo isso, mas não era verdade.
Repara, Susana, há gente na Internet que se faz passar por miudos e eu sou um deles. Mas enquanto alguns o fazem para molestar crianças e jovens, eu sou de um grupo de pais que o faz para proteger as crianças dos malfeitores. Vim para te ensinar que é muito perigoso falar online.
Contaste-me o suficiente sobre ti para eu te achar facilmente.   
Deste-me o nome da tua escola, da tua equipa e a posição em que jogas. O número e o teu nome na camisola fizeram com que te encontrasse facilmente."
Susana gelou. "Quer dizer que não mora em Braga?".
Ele riu-se: "Não, moro no Porto. Sentiste-te segura achando que morava longe, não é?"
"Tenho um amigo cuja filha não teve tanta sorte: foi assassinada enquanto estava sozinha em casa. Ensinam-se as crianças e jovens a não dizer a ninguém quando estão sozinhos, porém contam isso a toda a gente pela Internet. As pessoas maldosas enganam e fazem-se passar por outras para tirar informação de aqui e de lá, online. Antes de dares por isso, já lhes contaste o suficiente para que te possam achar sem que te apercebas.
Espero que tenhas aprendido uma lição disto e que não o faças de novo.
Conta aos outros sobre isto para que também possam estar seguros". 
"Prometo que vou contar!".

Por favor, dá conhecimento disto aos teus amigos para que não forneçam informações sobre si próprios.

O mundo em que hoje vivemos é perigoso demais.

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Impressionante!

É seguramente impressionante! Será que alguém por aí é capaz de fazer o mesmo?


quarta-feira, 20 de maio de 2009

Relógio Mundial

São impressionantes as previsões que se fazem neste site!

Vejam e leiam com atenção os dados.

Verifiquem a rapidez com que mudam.

Reflitam!

terça-feira, 19 de maio de 2009

A vida como ela é!

Eis a explicação da vida:

No primeiro dia, Deus criou a vaca. E Deus disse:

"Tens que ir para o campo com o agricultor durante todo o dia e sofrer debaixo do sol, e dar leite para sustentar o agricultor. Eu dar-te-ei uma vida de 60 anos."

A vaca disse:

"É uma vida dura que tu queres que eu viva durante 60 anos. Dá-me somente 20 e eu devolvo-te os outros 40."

E Deus concordou.

No segundo dia, Deus criou o cão. E Deus disse:

"Senta-te todo o dia perto da porta da tua casa e ladra para qualquer pessoa que entre ou que passe por perto. Eu dar-te-ei 20 anos de vida."

O cão disse:

"Isso é muito tempo para estar a ladrar. Dá-me somente 10 e eu devolvo-te os outros 10."

Deus concordou.

No terceiro dia, Deus criou o macaco. E Deus disse:

"Distrai as pessoas, faz truques de macaco e fá-los rir muito. Eu dar-te-ei 20 anos de vida."

O macaco disse:

"Que cansativo, truques de macaco durante 20 anos!?! Acho que não. O cão devolveu-te 10 anos e é o que eu vou fazer também, pode ser?"

Deus concordou.

No quarto dia, Deus criou o Homem. E Deus disse:

"Come, dorme, brinca, faz sexo, diverte-te. Não faças nada, simplesmente diverte-te. Eu dar-te-ei 20 anos de vida."

O Homem disse:

"O quê?!? Só 20 anos? Nem pensar! Vamos fazer o seguinte: eu fico com os 40 anos que a vaca devolveu, com os 10 do cão e os 10 do macaco. Isso faz 80. Pode ser?"

"OK" - respondeu-lhe Deus. "Negócio fechado."

É por isso que durante os primeiros 20 anos comemos, dormimos, brincamos, praticamos sexo, divertimo-nos e não fazemos nada. Os 40 anos seguintes, sofremos ao sol para sustentar a nossa família, os 10 seguintes fazemos figura de macaco para entreter os nossos netos, e os últimos 10 anos sentamo-nos na varanda e ladramos a toda a gente.

Está explicada a vida!